
sábado, 12 de junho de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Acta da 6ª prova
Os deuses devem estar loucos... o epílogo!
No dia blá blá blá, pelas blá blá blá, reuniram-se os artistas do costume no resort duriense do nosso conviva Tsunga Arrotus, cuja organização primou pela perfeição, ou não fosse o bom tempo um autêntico regalo com que nos brindou, para além do queijinho e do bezegol que o mesmo Tsunga Arrotus disponibilizou.
Aliás, a organização foi tão perfeita que não há mesmo nada a apontar, senão vejamos:
Era suposto o Rikitinga Fidel chegar em 1º conforme sempre acontece e veio quase em último e de motorista...
Era suposto ter o rendez vous as 11.59h, o organizador chegou as 11.58h...
Era suposto ser debaixo da ponte, e foi ao lado...
Era suposto sermos 8, estavamos 7... sem contar com as ilustres 4 senhoras que por ali estiveram, a saber, 1ª Dama, Sô Dona Angela, futura 1ª Dama e a matriarca, a avó Carvalho que convém mudar as pilhas, não, não é para pôr umas novas mas para pôr umas mais usadas que aquilo é duracell, nunca pára...Era suposto haver duas provas, houve uma e meia....
Era suposto ter as regras todas definidas a partida e afinal foram-se criando umas ad-hoc...
Era suposto a raposa comer os gansos e afinal foram os gansos que comeram a raposa...
Era suposto cada um fazer a sua provazinha e afinal não foram criadas as situações adaptadas às circunstâncias, como por exemplo, umas biclas ainda mais pequenas ou então com 4 rodas...
Era suposto competirmos todos nas mesmas condições e afinal, o Dikembe Batuques pedalou bebado de tal forma que se enfaixou nas redes, o Tsunga Arrotus tinha um boné especial que lhe conferia maior aerodinamismo e o Kaxunga Peidolas dava rateres que lhe permitia andar mais depressa, embora depois não conseguisse curvar...
Era suposto haver regras de desempate à partida e afinal só se pensaram nelas no final...
Era suposto eu ter ganho e afinal fiquei outravez em penúltimo...
Era suposto ter comido um cabritinho e afinal veio um belissimo balacau...
Era suposto ninguém ter deitado o dente ao bolo rei para o Latangas Esticamus trazer mais para casa e era ver os abutres todos a bicar...
Era suposto haver duas garrafas de tintol e afinal só havia uma...
Era suposto o Benfica ter ganho de goleada e o porto ter levado uma mão cheia e afinal o porto ganhou e o Benfica só deu 1...
Era suposto haver amor e carinho para todos e afinal só ouve pró Ndinga Lambe C...
Era suposto a janta ser uma rebaldaria e afinal falou-se da mais que justa Justiça, do PEC e das nacionalizações e do raio que o parta...
Era suposto o Dipanga Kodaque ter feito de conta que tirava fotos e afinal quem fez de conta que as tirava foi a 1ª Dama...
Era suposto esta acta ter algumas 10 folhas como as últimas e afinal só tem meia duzia...
Era suposto a acta ter sido publicada no Velogue e foi via néti...
Fora isto, correu tudo muito bem e de acordo com o previsto.
Os Deuses devem estar loucos mesmo e caso se perguntem pelas alcunhas africanas nos ditos nomes, vejam o filme que serve de titulo a esta acta e depois perceberão.
Quem ganhou, sei lá, o que tá a dar são as seniores do AFC...
Abraços
Esticamus
No dia blá blá blá, pelas blá blá blá, reuniram-se os artistas do costume no resort duriense do nosso conviva Tsunga Arrotus, cuja organização primou pela perfeição, ou não fosse o bom tempo um autêntico regalo com que nos brindou, para além do queijinho e do bezegol que o mesmo Tsunga Arrotus disponibilizou.
Aliás, a organização foi tão perfeita que não há mesmo nada a apontar, senão vejamos:
Era suposto o Rikitinga Fidel chegar em 1º conforme sempre acontece e veio quase em último e de motorista...
Era suposto ter o rendez vous as 11.59h, o organizador chegou as 11.58h...
Era suposto ser debaixo da ponte, e foi ao lado...
Era suposto sermos 8, estavamos 7... sem contar com as ilustres 4 senhoras que por ali estiveram, a saber, 1ª Dama, Sô Dona Angela, futura 1ª Dama e a matriarca, a avó Carvalho que convém mudar as pilhas, não, não é para pôr umas novas mas para pôr umas mais usadas que aquilo é duracell, nunca pára...Era suposto haver duas provas, houve uma e meia....
Era suposto ter as regras todas definidas a partida e afinal foram-se criando umas ad-hoc...
Era suposto a raposa comer os gansos e afinal foram os gansos que comeram a raposa...
Era suposto cada um fazer a sua provazinha e afinal não foram criadas as situações adaptadas às circunstâncias, como por exemplo, umas biclas ainda mais pequenas ou então com 4 rodas...
Era suposto competirmos todos nas mesmas condições e afinal, o Dikembe Batuques pedalou bebado de tal forma que se enfaixou nas redes, o Tsunga Arrotus tinha um boné especial que lhe conferia maior aerodinamismo e o Kaxunga Peidolas dava rateres que lhe permitia andar mais depressa, embora depois não conseguisse curvar...
Era suposto haver regras de desempate à partida e afinal só se pensaram nelas no final...
Era suposto eu ter ganho e afinal fiquei outravez em penúltimo...
Era suposto ter comido um cabritinho e afinal veio um belissimo balacau...
Era suposto ninguém ter deitado o dente ao bolo rei para o Latangas Esticamus trazer mais para casa e era ver os abutres todos a bicar...
Era suposto haver duas garrafas de tintol e afinal só havia uma...
Era suposto o Benfica ter ganho de goleada e o porto ter levado uma mão cheia e afinal o porto ganhou e o Benfica só deu 1...
Era suposto haver amor e carinho para todos e afinal só ouve pró Ndinga Lambe C...
Era suposto a janta ser uma rebaldaria e afinal falou-se da mais que justa Justiça, do PEC e das nacionalizações e do raio que o parta...
Era suposto o Dipanga Kodaque ter feito de conta que tirava fotos e afinal quem fez de conta que as tirava foi a 1ª Dama...
Era suposto esta acta ter algumas 10 folhas como as últimas e afinal só tem meia duzia...
Era suposto a acta ter sido publicada no Velogue e foi via néti...
Fora isto, correu tudo muito bem e de acordo com o previsto.
Os Deuses devem estar loucos mesmo e caso se perguntem pelas alcunhas africanas nos ditos nomes, vejam o filme que serve de titulo a esta acta e depois perceberão.
Quem ganhou, sei lá, o que tá a dar são as seniores do AFC...
Abraços
Esticamus
segunda-feira, 15 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Caros Amigos
Usando da prerrogativa de provedor que me conferiram e honrando o estilo democrático do grande Fidel, que só quer o melhor para o seu povo, declaro autocraticamente escolhido o local para a prova final:- Local: Quinta das Mineirinhas - Vila Nova de Cerveira -
Data: 29 e 30 de Maio de 2010- Preços de tabela a negociar:
Moradia T2 (4 PAX) - 125 euros/noite (tem uma cama extra).
Moradia T3 (6 PAX) - 175 euros/noite (tem duas camas extra)
Cama extra adultos - 25 euros/noite
Cama extra crianças até 12 anos - 15 euros/noite
Pequeno almoço - 5 euros/pessoa a encomendar na recepção no dia anterior que é levado à moradia. Como as moradias dispõem de cozinha totalmente equipada, podem preparar o pequeno almoço, caso não queiram o do empreendimento.- Almoço de sábado: pic nic nas instalações do empreendimento. As senhoras combinarão os aspectos logísticos.- Jantar de sábado: Restaurante Casa das Velhas localizado no empreendimento a cerca de 100 metros das moradias. Preço do menu para adultos: 22,5 euros/pessoa. Tem menus para crianças. Oportunamente descreverei o menu que inclui couvert, entradas, prato, sobremesa, bebidas (1 bebida de cápsula/pessoa e um óptimo vinho verde da casa à discrição) e café.
Prova Final: a ocorrer no Domingo de manhã em hora a designar oportunamente.
Almoço de Domingo com distribuição de prémios: em local a designar oportunamente.Como devem ter já percebido, é essencial fixarmos definitivamente o número de pessoas que vai, pois a unidade de aluguer é a moradia e não o quarto. Temos de tentar encher sempre as moradias que reservarmos pois, de outra forma, vamos pagar...moradias com quartos vazios. Assim, na próxima prova, terão de me dizer quem são os vossos acompanhantes. Na próxima semana terei de reservar as moradias necessárias.
Por hoje é tudo.
Um abraço,
Fidel Capone
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Acta da 5ª prova
Ora pois muito bem, ou se não bem, muito mal, que mais ou menos a mais ninguém interessa.
Eis que cumpre fazer mais uma acta, desta feita da prova que vem antes da 6ª e depois da 4ª e que calha num dia de carnaval, aqueles que ninguém leva a mal, e que de tal maresia ou cheiro a peixe ninguém reparou pois se na casa do Batuques se realizou, desta vez não teve direito a morfes nem praia. Morfes era vê-los passar arvore a baixo em procissão mas que ninguém lhe tocou por aspecto de lagartas ter e praia, mais valia sonhar com o brasil ou angola que num dia destes lá terá de levar com estes convivas.
Mas vou voltar à estirpe desta acta, que por ser de carnaval e por ninguém levar a mal, terá de ser diferente, a modos de que ninguém perceba, a não ser que faça um esforço suplementar, sim, daqueles que ninguém faz nas provas a que estamos sujeitos, algures entre a hora de acordar e a hora de levantar da cama. Insistem em fazer provas de madrugada. Devem ser daqueles que têm medo de morrer depois do almoço ou então que o céu entretanto lhes caia em cima da cabeça.
Voltando à acta, que também se pode escrever Taca ou Cata, dependendo da forma como se ordenam as letras, sempre vos digo que isto está cada vez mais uma reunião de velhos que o único esforço é levantar cedo, cujo passatempo é dizer mal das casas do outros, aliás, da casa de um deles, jogar numa mesa, tacos e bolas às cores e com numeros, a que se chama de bilhar. Comem qualquer coisa nos entretantos e já nem se respeita os antigamentes cuja presença das senhoras era totalmente vedada. Não porque se se metessem com Polacas ou Ucranianas, até porque essas andam a arrumar carros e embriagadas, de barba por fazer e a dormir nas portas das lojas, mas porque so faziam figura de tristes e como tal tinham vergonha. Agora continuam nas figuras tristes mas já perderam a vergonha.
Mas voltando a acta, cuja validade pode ser discutida ou não, até porque eu me estou cagando, para falar em bom brasileiro, pois, bem que podia escrever aqui qualquer merda que ninguém dava por ela. Desde logo porque ninguém lê e principalmente porque ninguém se daria ao trabalho de largar os tomates quentinhos do sofá para escrever o que quer que fosse. Já agora, a revolta do proletariado está para chegar, digo eu. Isto de ser escravo e tudo fazer vai ter que acabar. Há para aí alguns que passam o dia deitadinhos como é agora o hobbie do Ex Sacus, ou como outros que mais não fazem que Arrotar postas de pescada ou então, aparecer de peruca cinza para ver se enganam mais alguém. Eu podera dizer por exemplo que o Lambe C é um Mr Bean, sempre na palhaçada, mas que raramente tem piada. O pessoal tem-se quotizado para se pagarem uns aos outros para se rirem. Poderia também escrever que o Kodaque passa a vida encostadinho, de máquina ao peito, a fazer de conta que faz alguma coisa só para não o chatearem muito. Um moina da pior espécie e que ajuda a explicar porque a EDP está moribunda. E não adianta colocar carapinha porque isso do tempo em que as pessoas diziam que trabalhavam como pretos já lá vai. Agora preto já é burguesia e quem trabalha como escravo é Moldavo. Poderia também escrever que o Batuques deve ter a pu###&&%% da mania. Agora arma-se em Sheik e deixou de fazer uns rissoles pro pessoal. Pobreza espartana e depois ainda tenta ir sacar uns jantares a casa dos pobres que trabalham e que pegam ao batente no dia seguinte. Pos o pessoal todo a correr lá em casa, com jogos da treta comprados nos chinocas e clisteres dos tempos em que andava com as hemorroides numa fona. Grades velhas de garrafas e pinheiros cheios de doenças. Isto francamente. E como ninguém lê nem faz melhor, sempre poderia escrever que tinhamos lá dois Mr Magoos, um com bigodes e orelhas, que são melhores que o original. O mais velho, gaga de todo, não percebe que o pessoal está sempre a piscar o olho para lhe deixar ganhar as provas e o bilhar. Antes, quando era jovem e tinha força na verga, não dava uma para a caixa, agora ganha sempre. Será que ele não desconfia? Valha-me Deus. Será que vou ficar assim? O outro, para lá caminha. A única diferença é que não ganha nada, nem o vasilhame pois leva sempre uma garrafa cheia e vem sempre cheio de vento nas mãos. Valha-nos ao menos que arrota como gente grande. Só é pena não arrotar como gente grande quando toca a pagar a continha dos almoços. Essa é que era.
Também poderia dizer qualquer coisa do Ex Sacus, mas para além de já ter tido tempo de antena aqui, não consigo escrever nada sobre um granda cara de pau que no dia da prova se deixa estar deitadinho na caminha enquanto outros cristos como aqui o je, se tem de levantar de madrugada. Depois ainda se põe a escrever coisas que ninguém percebe lá na maquina de calcular a que ele chama de computador. E o mesmo é dizer do artista das obras, torneiras e pinceis. Também já aqui falei dele, e se ele lesse isto ou mexesse o penislau para fazer alguma coisinha, diria que a ultima vez que o vi andava de peruca para fugir ao Quim Trolha a quem vendeu gato por lebre, que é como quem diz, agua da sanita no lugar de uma bela tinta castanha, impermeável e tartaruginha, tal era a sua composição espessa e encaroçada. O tal Quim trolha disse que aquilo era uma merda e não é que tinha razão. Era merda sim senhor!
Já só falta falar do Zé Xunga, que pela 1ª vez se assumiu como tal. Não me parece bem dizer mal de mim, alguém pode vir a ler isto e pensar que se trata de algum maluquinho que já nem comiseração tem de si próprio, mas pronto, é Carnaval. Tirou o seu melhor fato de treino da gaveta, sacudiu um bocadinho mas não muito pois o cheiro de naftalina combina bem com o seu perfume rasca gamado à D.ª Olinda que tinha para por nos gatos, pos uma cabeleira e arranjou uns oculos. De resto, era ele próprio, quais disfarçes quais carapuça. Sapatos da semana, meias de dormir e nem queiram saber dos truços que é coisa para fugir.
Mas voltando à acta, tenho a dizer-vos que não me apetece dizer nada, pois nada continuo a ganhar e em nada vou ficar. Quem ganha é sempre o mesmo e quem perde se não é, passa a ser à luz dos regulamentos. As provas já não interessam a ninguém e as contas são marteladas lá em casa, longe de todos que é para não levantar muita poeira. Isto tem de levar uma grande volta que até já me doem os dedos de tanto bater aqui nas teclas e não dizer nadinha. Se não se passa nada, vai-se dizer o quê?
Passar bem e um dia, quando fizerem algum, vão PERCEBER DO QUE EU ESTOU A FALAAAAAR
Esticamus.
Eis que cumpre fazer mais uma acta, desta feita da prova que vem antes da 6ª e depois da 4ª e que calha num dia de carnaval, aqueles que ninguém leva a mal, e que de tal maresia ou cheiro a peixe ninguém reparou pois se na casa do Batuques se realizou, desta vez não teve direito a morfes nem praia. Morfes era vê-los passar arvore a baixo em procissão mas que ninguém lhe tocou por aspecto de lagartas ter e praia, mais valia sonhar com o brasil ou angola que num dia destes lá terá de levar com estes convivas.
Mas vou voltar à estirpe desta acta, que por ser de carnaval e por ninguém levar a mal, terá de ser diferente, a modos de que ninguém perceba, a não ser que faça um esforço suplementar, sim, daqueles que ninguém faz nas provas a que estamos sujeitos, algures entre a hora de acordar e a hora de levantar da cama. Insistem em fazer provas de madrugada. Devem ser daqueles que têm medo de morrer depois do almoço ou então que o céu entretanto lhes caia em cima da cabeça.
Voltando à acta, que também se pode escrever Taca ou Cata, dependendo da forma como se ordenam as letras, sempre vos digo que isto está cada vez mais uma reunião de velhos que o único esforço é levantar cedo, cujo passatempo é dizer mal das casas do outros, aliás, da casa de um deles, jogar numa mesa, tacos e bolas às cores e com numeros, a que se chama de bilhar. Comem qualquer coisa nos entretantos e já nem se respeita os antigamentes cuja presença das senhoras era totalmente vedada. Não porque se se metessem com Polacas ou Ucranianas, até porque essas andam a arrumar carros e embriagadas, de barba por fazer e a dormir nas portas das lojas, mas porque so faziam figura de tristes e como tal tinham vergonha. Agora continuam nas figuras tristes mas já perderam a vergonha.
Mas voltando a acta, cuja validade pode ser discutida ou não, até porque eu me estou cagando, para falar em bom brasileiro, pois, bem que podia escrever aqui qualquer merda que ninguém dava por ela. Desde logo porque ninguém lê e principalmente porque ninguém se daria ao trabalho de largar os tomates quentinhos do sofá para escrever o que quer que fosse. Já agora, a revolta do proletariado está para chegar, digo eu. Isto de ser escravo e tudo fazer vai ter que acabar. Há para aí alguns que passam o dia deitadinhos como é agora o hobbie do Ex Sacus, ou como outros que mais não fazem que Arrotar postas de pescada ou então, aparecer de peruca cinza para ver se enganam mais alguém. Eu podera dizer por exemplo que o Lambe C é um Mr Bean, sempre na palhaçada, mas que raramente tem piada. O pessoal tem-se quotizado para se pagarem uns aos outros para se rirem. Poderia também escrever que o Kodaque passa a vida encostadinho, de máquina ao peito, a fazer de conta que faz alguma coisa só para não o chatearem muito. Um moina da pior espécie e que ajuda a explicar porque a EDP está moribunda. E não adianta colocar carapinha porque isso do tempo em que as pessoas diziam que trabalhavam como pretos já lá vai. Agora preto já é burguesia e quem trabalha como escravo é Moldavo. Poderia também escrever que o Batuques deve ter a pu###&&%% da mania. Agora arma-se em Sheik e deixou de fazer uns rissoles pro pessoal. Pobreza espartana e depois ainda tenta ir sacar uns jantares a casa dos pobres que trabalham e que pegam ao batente no dia seguinte. Pos o pessoal todo a correr lá em casa, com jogos da treta comprados nos chinocas e clisteres dos tempos em que andava com as hemorroides numa fona. Grades velhas de garrafas e pinheiros cheios de doenças. Isto francamente. E como ninguém lê nem faz melhor, sempre poderia escrever que tinhamos lá dois Mr Magoos, um com bigodes e orelhas, que são melhores que o original. O mais velho, gaga de todo, não percebe que o pessoal está sempre a piscar o olho para lhe deixar ganhar as provas e o bilhar. Antes, quando era jovem e tinha força na verga, não dava uma para a caixa, agora ganha sempre. Será que ele não desconfia? Valha-me Deus. Será que vou ficar assim? O outro, para lá caminha. A única diferença é que não ganha nada, nem o vasilhame pois leva sempre uma garrafa cheia e vem sempre cheio de vento nas mãos. Valha-nos ao menos que arrota como gente grande. Só é pena não arrotar como gente grande quando toca a pagar a continha dos almoços. Essa é que era.
Também poderia dizer qualquer coisa do Ex Sacus, mas para além de já ter tido tempo de antena aqui, não consigo escrever nada sobre um granda cara de pau que no dia da prova se deixa estar deitadinho na caminha enquanto outros cristos como aqui o je, se tem de levantar de madrugada. Depois ainda se põe a escrever coisas que ninguém percebe lá na maquina de calcular a que ele chama de computador. E o mesmo é dizer do artista das obras, torneiras e pinceis. Também já aqui falei dele, e se ele lesse isto ou mexesse o penislau para fazer alguma coisinha, diria que a ultima vez que o vi andava de peruca para fugir ao Quim Trolha a quem vendeu gato por lebre, que é como quem diz, agua da sanita no lugar de uma bela tinta castanha, impermeável e tartaruginha, tal era a sua composição espessa e encaroçada. O tal Quim trolha disse que aquilo era uma merda e não é que tinha razão. Era merda sim senhor!
Já só falta falar do Zé Xunga, que pela 1ª vez se assumiu como tal. Não me parece bem dizer mal de mim, alguém pode vir a ler isto e pensar que se trata de algum maluquinho que já nem comiseração tem de si próprio, mas pronto, é Carnaval. Tirou o seu melhor fato de treino da gaveta, sacudiu um bocadinho mas não muito pois o cheiro de naftalina combina bem com o seu perfume rasca gamado à D.ª Olinda que tinha para por nos gatos, pos uma cabeleira e arranjou uns oculos. De resto, era ele próprio, quais disfarçes quais carapuça. Sapatos da semana, meias de dormir e nem queiram saber dos truços que é coisa para fugir.
Mas voltando à acta, tenho a dizer-vos que não me apetece dizer nada, pois nada continuo a ganhar e em nada vou ficar. Quem ganha é sempre o mesmo e quem perde se não é, passa a ser à luz dos regulamentos. As provas já não interessam a ninguém e as contas são marteladas lá em casa, longe de todos que é para não levantar muita poeira. Isto tem de levar uma grande volta que até já me doem os dedos de tanto bater aqui nas teclas e não dizer nadinha. Se não se passa nada, vai-se dizer o quê?
Passar bem e um dia, quando fizerem algum, vão PERCEBER DO QUE EU ESTOU A FALAAAAAR
Esticamus.
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